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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ciganos expulsos da França

A onda de críticas ao presidente francês, Nicolas Sarkozy, por conta da expulsão de ciganos da França aumentou nesta quinta-feira, 26. Autoridades da Igreja, da UE e de ONGs de direitos humanos condenaram a medida, tida como preconceituosa. O governo diz que as críticas são políticas.

O arcebispo de Paris, Andre XXIII, se juntou nesta quinta-feira aos críticos da deportação de ciganos na França, promovida pelo presidente Nicolas Sarkozy. O religioso deve se encontrar com o ministro do Interior, Brice Hortefeux, para discutir a questão.

"Devo lembrar-lhe que certos limites não devem ser rompidos. A questão foi tratada como um circo durante o verão", disse o cardeal à rádio Europe-1. Recentemente, em um sermão, Andre XXIII criticou a deportação.

No domingo, o papa Bento XVI pediu que os católicos aceitem a 'legítima diversidade humana', em uma mensagem interpretada como uma referência à questão.

A Comissária de Justiça da União Europeia, Viviane Reding também criticou a medida. "Parte da retórica que tem sido usada é abertamente discriminatória e potencialmente incendiária", disse. Para a Anistia Internacional - ONG que monitora os direitos humanos no mundo - a postura do governo francês pode levar a mais discriminação.

Ontem, Hortefeux classificou as críticas como políticas e garantiu que não há preconceito na medida. Segundo ele, 117 campos foram desmontados e centenas de imigrantes voltaram para o leste europeu.

Uma pesquisa publicada hoje indica que a medida é polêmica. Segundo a consulta feita a pedido do jornal Le Parisien, 48% dos franceses são a favor da expulsão dos ciganos. 42%, contra.

O governo do presidente Nicolas Sarkozy começou a deportar ciganos para a Romênia e Bulgária neste mês. Eles são acusados de atividades criminosas, como prostituição e exploração de crianças.

Segundo o governo, a maioria parte voluntariamente e recebe uma ajuda de custo de 300 euros. Seus acampamentos são desmontados pela polícia. Nesta quinta-feira, mais 300 ciganos chegaram à Romênia.
Fonte: O Estadão

quarta-feira, 26 de março de 2008

Capa da Vogue

Vi no Síndrome que viu no Tordesilhas....rsrsrsr e assim anda a blogosfera

Para saber mais vá no Tordesilhas.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Prêmio Educar para a Igualdade


Esta sendo promovido pelo Centro de Estudos da Relações do Trabalho (Ceert) com o apoio do Banco Real.
O prêmio tem como objetivo sensibilizar e subsidiar profissionais da educação na inclusão social social de crianças de diferentes etnias, professores e escolas de educação infantil e ensino fundamental.
Podem ser inscritos projetos que valorizem a igualdade racial, por meio de pesquisa, exposições, produções teatrais, entre outros a fim de potencializar o debate e contribuir para eliminar a discriminação.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Preconceito no Judiciário ou...

Estou sem tempo agora, por isso vou colocar a noticia na integra e o site:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL65145-5605,00.html
Por declarar que a Parada Gay é prejudicial à formação moral dos adolescentes, o juiz Osni Pereira de Assis, da Vara da Infância e Juventude de São José do Rio Preto, no Interior, foi denunciado aos órgãos de proteção dos Direitos Humanos por cometer crime de discriminação contra os homossexuais.
O Grupo de Apoio aos Doentes de Aids (Gada), ONG organizadora da Parada Gay, que pretendeu reunir 60 mil pessoas dia 29 em uma avenida de Rio Preto, protocolou nesta sexta-feira (6) o pedido de abertura de processo administrativo na comissão especial da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania, do Governo do Estado. A ONG também protocolou outras representações contra o juiz no Conselho Nacional de Justiça, na Secretaria Nacional dos Direitos Humanos e no Tribunal de Justiça do Estado.
De acordo com o Gada, o juiz agiu com preconceito ao declarar que a Parada Gay, "é prejudicial para a formação moral, aos bons costumes e à saúde pública dos adolescentes". O argumento foi usado pelo juiz no processo para justificar sua decisão de não autorizar a participação de adolescentes desacompanhados no evento. "Não podíamos ficar em silencio diante de uma reação dessas, ainda mais partindo de uma autoridade do Judiciário", disse.

Outro lado
O juiz negou ter agido com preconceito ou discriminação. Segundo ele, houve uma interpretação errada. "Eu quis dizer é que os adolescentes estariam expostos aos excessos de costumes praticados por uma minoria que participa dessas paradas, e também aos grupos radicais que discordam da opção sexual dessas minorias", disse o juiz, lembrando da morte de um cidadão francês ocorrida durante a Parada Gay de São Paulo.

Apesar da decisão do juiz de proibir presença de adolescentes desacompanhados, os organizadores confirmaram a realização da Para Gay de Rio Preto para 29 de julho.